- Às vezes eu acho que pego pesado demais com nossos ex-empregadores.
- Por quê? Eles merecem, roubaram a gente!
- Mas eu não posso ser uma pessoa pequena. A gente não pode cuspir no prato em que comeu...
- Muito bem, que bonito!
- ... especialmente porque vai que um dia ele te alimenta de novo?
- Você é minúscula.
- Eu sei.
- ...
- Vamos tomar um sorvete?
- Vamos!
--- (~) FIM (~) ---
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quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
The royal we
Matei a academia para comprar flores, vir para casa e ver o por-do-sol.
Até tirei umas fotos para comprovar minha serelepice. Mas o celular e o computador não conversam, o piano anda bebendo e foi impossível colocá-las aqui.
De qualquer forma, o céu agora está azul cobalto. E eu tô aqui sem fazer nada. Matando as saudades do tempo livre.
Realeza é, de certa forma, saber de onde você vem.
A rainha Ellizabeth II deve ser capaz de remontar sua linhagem por umas 25 gerações passado adentro.
A vendedora da loja em Roma, Solo Roma falou para mim e para minha mãe, com orgulho, que a família dela era romana de verdade -- porque uma pessoa só é romana se a família dela está na cidade há pelo menos sete gerações.
(Magari un po 'razzista. Definitivamente italiano).
Eu sei mais ou menos de onde eu venho.
A parte que eu não sei, invento.
.
.
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Até tirei umas fotos para comprovar minha serelepice. Mas o celular e o computador não conversam, o piano anda bebendo e foi impossível colocá-las aqui.
De qualquer forma, o céu agora está azul cobalto. E eu tô aqui sem fazer nada. Matando as saudades do tempo livre.
* * *
Realeza é, de certa forma, saber de onde você vem.
A rainha Ellizabeth II deve ser capaz de remontar sua linhagem por umas 25 gerações passado adentro.
A vendedora da loja em Roma, Solo Roma falou para mim e para minha mãe, com orgulho, que a família dela era romana de verdade -- porque uma pessoa só é romana se a família dela está na cidade há pelo menos sete gerações.
(Magari un po 'razzista. Definitivamente italiano).
Eu sei mais ou menos de onde eu venho.
A parte que eu não sei, invento.
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(Como meu trisavô pirata que singrava os mares com um lêmure de estimação em vez de um papagaio. O bicho sempre rejeitou os biscoitos que o velho oferecia por cima do ombro. Meu trisavô, meio cego, nunca suspeitou do porquê).
(Como meu trisavô pirata que singrava os mares com um lêmure de estimação em vez de um papagaio. O bicho sempre rejeitou os biscoitos que o velho oferecia por cima do ombro. Meu trisavô, meio cego, nunca suspeitou do porquê).
* * *
O piano anda bebendo e não sou eu que estou falando.
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quarta-feira, 11 de agosto de 2010
Não sai da cabeça
- "Cavaleiros do Zodí-á-cô
Luuutadores com po-deras-tral
Siu inimigo é demoní-á-cô
Sua luta é normal!"
- Que cê tá cantando?
- A música dos Cavaleiros do Zodíaco.
- Eu sei, mas você prestou atenção?
- No quê?
- Como a luta deles pode ser "normal", se eles enfrentam um inimigo "demoníaco"?!
- Mas era assim.
- Não era não.
- Era, lembro direitinho.
- Não era. Não pode ser.
- Era, pô.
- Procura o vídeo na internet.
- Ah, é. É "mortal". A luta é mortal. Não pode ser normal, né, se os inimigos são demoníacos.
- Foi o que eu falei.
Luuutadores com po-deras-tral
Siu inimigo é demoní-á-cô
Sua luta é normal!"
- Que cê tá cantando?
- A música dos Cavaleiros do Zodíaco.
- Eu sei, mas você prestou atenção?
- No quê?
- Como a luta deles pode ser "normal", se eles enfrentam um inimigo "demoníaco"?!
- Mas era assim.
- Não era não.
- Era, lembro direitinho.
- Não era. Não pode ser.
- Era, pô.
- Procura o vídeo na internet.
- Ah, é. É "mortal". A luta é mortal. Não pode ser normal, né, se os inimigos são demoníacos.
- Foi o que eu falei.
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