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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

Heart of glass

Se um dia eu for sequelada, quer dizer, sequestrada, quando o sequestrador quiser cortar a minha orelha ou talvez a ponta do dedinho do meu pé para ser enviado à minha família como prova de vida, eu vou logo me opor e dizer que não há necessidade.

Porque eu tenho uma série de palavras-piadas-internas capazes de provar para pessoas específicas que eu estou bem viva, se provar que estou bem viva fosse preciso.

Com o Vlad, por exemplo: "obsessão?".

E com Ric, "dupla negação?".

Tá, agora eu queimei estas duas. Mas tem uma porção de outras.

Se o sequestrador tiver paciência, na hora posso me lembrar de todas elas.

* * *

Cada nova árvore de Natal na cidade aquece e destroça meu coração.

* * *

sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

Long time no see

Depois de seis meses, consertei meu laptop.

Só para chegar em casa, abri-lo e... descobrir que eu não tenho nada para fazer com um computador em casa.

* * *

Mas é claro que vou inventar alguma coisa para fazer, né. Por exemplo, ...

...

...

Ah, daqui a pouco vem.

* * *

Interlúdio: hoje de manhã, fui tirar dinheiro no caixa eletrônico do mercadãozinho.

(O mercadãozinho é uma loja de uma grande rede, pretensamente disfarçada de um mercadinho de bairro. Só que ruim).

O caixa é bem ao lado dos congeladores, então fiquei ali me admirando com a capacidade humana de empacotar coisas horrorosas e anunciá-las como "refeições".

Pulei o olhar dos hambúrgueres (prontos) congelados para a geladeira de sorvetes. E lá estava ele, me encarando implacável. Meu sabor nêmesis, passas ao rum.

Long time no see.

* * *

Passas ao rum é o tipo de sabor que, quando criança, parece mais misterioso do que o funcionamento de um salão de beleza ou do trabalho do seu pai.

Primeiro, porque é um troço que só existe enquanto sabor. Bolacha sabor morango, por exemplo, dá para entender. Eu já vi um morango. Chiclete sabor hortelã, ok. Existe hortelã. Até salgadinho sabor pizza é compreensível.

Mas alguém já viu uma "passas ao rum"?

Segundo porque, quando você é pequeno, é incapaz de entender que insondáveis motivos levariam um sujeito a escolher um sabor baseado em pinga e um troço suspeito, aparentemente meio estragado, que nem de longe lembra uma fruta (embora sua mãe jure para você que aquilo um dia foi uma uva).

Especialmente quando existe a concorrência do tutti frutti ou qualquer outro sabor cor de rosa.

* * *

Eu ainda não entendo o sabor passas ao rum. Acho que deu para notar.

* * *
Pronto. Bem-vindo de volta, laptop.

terça-feira, 8 de novembro de 2011

Que ano é hoje?

Quinzena de shows em São Paulo teve Aerosmith, Pearl Jam, Faith No More, Alice in Chains e Stone Temple Pilots.

Pensei, "de volta aos 90". Daqui a pouco alguém me aparece com uma pasta de dentes Crest em embalagem pump e um chicletinho Wrigley's, trazidos por um tio de Miami.

Os próximos dias terão New Order e Duran Duran.

Pensei, "de volta aos 80", a década que nunca termina.

Aí a polícia desocupa a reitoria da USP e ouço um sem-número de "tem que descer a borracha nesses estudantes" ou similares, vindos de todos os lados.

1964?

terça-feira, 11 de outubro de 2011

Barato bom é do Erasmo

Ontem apareceu uma barata em casa, andando como se estivesse meio bêbada sobre o tapete branco.

Ela tinha uns 20 centímetros de envergadura. Trinta com as asas abertas.

Eu sou uma mulher de poucos princípios. Um deles é jamais estar na extremidade de um objeto em cuja outra extremidade se encontre uma barata.

Por isso eu não encosto em nada que encoste em uma barata. Eu não mato baratas com vassouras, chinelos ou qualquer outro artefato. Só com inseticida em spray.

Que eu não sabia se tinha em casa, já que nunca tinha aparecido uma barata neste apartamento.

Ela tentou entrar no guarda-roupa do Ricardo. Eu empurrei as portas, suando frio. Pingando, corri até a outra ponta da casa. Acendi a luz do banheirinho, subi no vaso, olhei atrás dos produtos de limpeza, veja não, vanish não, sapólio não, RAID PRETO sim! Ufa.

Corri tudo de volta, cozinha, corredor, sala, hall, será que a barata ainda está lá?, ela pode estar em qualquer lugar, debaixo do tapete, no meio dos lençóis, na gaveta do criado-mudo, roendo os meus diários, que horror, comendo tudo que está escrito, quarto, a barata ainda está lá.

Toma, descarreguei o inseticida.

Agora havia um cadáver de 40 centímetros sobre o tapete branco. Que bom. E mesmo que a barata se desmaterializasse, estava impossível ficar no quarto naquele momento. Muito raid preto.

Então arrastei o tapete para fora do quarto, deixei um bilhetinho para a Lu, fui assistir a "12 Homens e uma Sentença" e só dormi à uma da manhã.

E toda vez que passava pelo corredor, com aquele corpo de meio metro por entre o tapete, lembrava da música do Erasmo:

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

As coisas da Lu

A Lu é tão gozada.

Ela me deixa um bilhete assim:

"COMPRAR

removedor da tampa rosa
sabão em pó
detergente
água sanitária"

Eu suponho que removedor da tampa rosa seja vanish.

Será que ela está usando como removedor de manchas nas roupas ou apenas como removedor mesmo?

* * *

Ela enfileira sobre o gaveteiro todos os remédios e cremes que eu largo no criado mudo. Um exatamente atrás do outro, mais ou menos por ordem de tamanho. Fica assim: um colírio, um vidrinho de passiflora, o creme antiolheiras, o spray de própolis, o rinossoro, o hidratante para mãos, o hidratante do rosto, o hidratante do corpo.

Por alguma razão que me é absolutamente misteriosa, a caixinha de música que eu ganhei da mulher do meu sogro (e que toca o tema de Cabaret) lidera a estranha parada dos itens de cabeceira.

The weird parade

* * *

Eu tenho um bonequinho de pano naquele estilo toy-art-ugly-doll que mora em cima do microondas.

Ele fica ali porque um dia já foi um chaveiro, presente do Guss. E o lugar das chaves, lá em casa, é em cima do microondas, então ali ele pode continuar a desempenhar, de certa forma, sua função original.

Como toda figura toy-arte-ugly-doll, ele tem uma cabeça maior que o corpinho, um formato meio estranho e olhos costurados de botão. E a Lu, invariavelmente, vira ele de ponta-cabeça todas as terças.

Quando eu chego, o monstrinho está assim:


Eu vou lá e desviro o coitado:


Mas, na terça-feira que vem, eu já sei que ele vai estar de ponta-cabeça de novo, que nem um Santo Antônio. E eu vou desvirar. E a Lu vai virar de novo. E eu vou me esquecer de dizer "Lu, esse bonequinho é assim mesmo!". E nossa vida vai seguir assim, todas as terças-feiras.


terça-feira, 6 de setembro de 2011

60/90

Um dia eu tava no 775 F-10 e tinha um bêbado no banco do fundo.

Toda vez que o ônibus parava no ponto, ele puxava um corinho:

"Por que parou? Parou por quê? Por que parou? Parou por quwajfas ah ah ah (risada de bêbado)".

Ninguém deu confiança.

* * *

Minha adolescência, nos anos 90, foi vivida nos anos 60.

Teve "Anos Incríveis", teve "Forrest Gump", teve "Diana" do Paul Anka e "Never Can Tell" com o Chuck Berry, da trilha sonora do "Pulp Fiction".

Teve um revival hippie, teve Black Crowes e a Mariah de blusinha de crochê no videoclipe de "Heartbreaker".

Tinha Alpha Memory todo dia de manhã, com "My Pledge of Love".

Eram os meus anos incríveis particulares. Paz, amor (platônico) e Gudang Garam. Oh, please, stand by me. Longas tardes esperando o telefone tocar. Longas noites esperando o sol nascer.

Não quero voltar, nunca quis.

Mas às vezes tenho muitas saudades.

quarta-feira, 18 de maio de 2011

Don't stop believing

"I never forget a face, but in your case I'll be glad to make an exception."
-- Groucho Marx

Crenças aparentemente conflitantes podem funcionar muito bem.

Eu, por exemplo, sou calvinista...


... e marxista.

terça-feira, 17 de maio de 2011

O teatro e o meu cu

Qual é o verdadeiro peru pandemonium?

Este...



Ou este?


TCHANAM! Zé Celso por Chico Porto

* * *

O edredon verdinho que ainda me cobre hoje tinha borboletas brancas, eu acho. Isto há muito tempo.

Digo 'eu acho' porque eu mesma desconfio muito de mim.

E também porque não há o menor sinal da estampa de borboleta sobre a trama agora.

Talvez eu tenha imaginado as borboletas brancas.

Mas por que eu teria imaginado isso?

* * *

Tem aquela história famosa que nós contamos sobre o Zé Celso.

Trata-se de um trecho inesquecível de uma entrevista em que ele explica como descobriu o teatro. Ele aponta para o cocoruto e repete a frase solene:

"Eu descobri o teatro quando eu descobri o meu cu".

Supostamente fui eu que assisti isso, ainda nos tempos de rua Atlântica. Muito tempo mesmo, era pré-YouTube. E contei para a Roberta. E ela contou para a classe inteira. E cada uma das meninas da classe reproduziu aquilo de forma que, hoje, os meus colegas de trabalho conhecem a frase. E não por mim.

Mas, para falar a verdade, eu não me lembro mais da cena.

Para falar a verdade, eu acho que a repetição da história simplesmente ocupou o lugar do acontecimento original.

(Porque, por outro lado, eu acho que seria incapaz de inventar esta cena, embora eu adoraria tê-la inventado).

Que nem as borboletas brancas.

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Corte seco

Abri os olhos de manhã e vi um cursor de mouse estampado no cenário do meu quarto.

* * *

Nunca houve uma faca decente na minha casa de infância e adolescência, nem nas minhas casas adultas.

Era uma espécie de maldição, um encantamento que algum amolador de facas cigano deve ter jogado na minha mãe.

Não existia um conjunto completo de facas, como qualquer ser humano normal deve ter: uma de legumes, uma de carne, uma de pão, etc. Tinha uma faca boa - às vezes de lâmina, às vezes de serra - e muitas ruins.

E a gente descascava batata com faca de serra, porque era a única boa. No fim, a batata parecia uma ruffles.

Ou cortávamos pão com faca de lâmina, porque era a única boa. No meio do corte, terminávamos o serviço com a mão.

Anteontem eu comprei um conjunto de facas de marca boa, com quatro facas e, pasme!, uma tesoura de cozinha. (Na casa da minha mãe não se achava as tesouras nunca, fossem elas de qualquer cômodo. Muitas vezes a culpa era minha).

Custou só 86 reais.

Eu não sei porque demorei tanto.

quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011

Enquete

O trecho "Manequim, mil carinhas com o queixo na mão" se refere...

a. às poses que a suposta modelo e tema da música faz, colocando as mãos sob o queixo, conforme visto aos 2:00 (finge que ele é a manequim)

b. aos meninos que estão atrás da modelo, com o queixo caído?

Sério, eu nunca consegui chegar a uma conclusão a respeito.

Maldade

- Às vezes eu acho que pego pesado demais com nossos ex-empregadores.
- Por quê? Eles merecem, roubaram a gente!
- Mas eu não posso ser uma pessoa pequena. A gente não pode cuspir no prato em que comeu...
- Muito bem, que bonito!
- ... especialmente porque vai que um dia ele te alimenta de novo?
- Você é minúscula.
- Eu sei.
- ...
- Vamos tomar um sorvete?
- Vamos!


--- (~) FIM (~) ---

sexta-feira, 28 de janeiro de 2011

Harder, better, faster, stronger

Às vezes eu me pego dançando sozinha, bem devagarzinho, no trabalho. Como se não tivesse ninguém em volta. Como se todos os computadores sumissem.

Depois eles voltam e as pessoas também e, no fundo, eu nem ligo se tiver alguém vendo.

Hoje a culpa foi do Daft Punk.

* * *

Mulheres fingem orgasmo. Se alguma disser que nunca fingiu, provavelmente está mentindo. Como os homens que dizem que nunca brocharam.

Mulheres fingem orgasmos porque estão entediadas. Porque querem resolver logo. Porque já estão satisfeitas. Porque têm mais o que fazer. Porque estão com calor demais. Porque se angustiaram. Porque vai começar o Letterman e seu ator favorito vai estar lá. Porque estão com fome e querem comer logo. Porque não querem ferir o orgulho masculino. Porque não querem ferir o orgulho feminino. Porque estão com preguiça de explicar. Porque estão com preguiça de aprender.

* * *

"Cantor do Black Eyed Peas vira diretor criativo da Intel" e "Condessa quer despejar João Gilberto". Em que mundo estamos vivendo, meu Deus?


quinta-feira, 20 de janeiro de 2011

Não vai nada?

Na sala de reuniões

Diretor: ... e esse projeto só poderia se consolidar com a sua liderança. Por isso, queremos que você seja o novo gerente da área. É claro que a posição exige mais dedicação, mais energia, talvez até mais tempo. Você terá responsabilidades, meu filho. Isso é grande. É para você ver que nós não estamos brincando. A princípio, não temos verba para o ajuste do salário. Mas depois de três meses, quando o projeto estiver andando, vamos rever esta situação. De qualquer forma, você terá uma equipe à disposição. São dois estagiários. Em seis meses pensamos em contratar um fixo. E seu ticket refeição vai passar de 12,84 para 13,78 por dia, pela posição gerencial. E então? Tem alguma pergunta?

Sampaio, depois de um suspiro profundo e uma pausa silenciosa cheia de significados: Tenho, sim. E na bundinha?

Foram suas últimas palavras na empresa.


* Inspirado em um sonho com o Guss.

sexta-feira, 7 de janeiro de 2011

Há um mundo bem menor

Se tem um pequeno poder que eu queria ter é o de comer sem derrubar migalhas.

Se tem um pequeno desapontamento terrível é derrubar a escova de dentes depois que você já colocou a pasta nela.

Se tem uma pequena alegria é o de ouvir o barulho da lixeira do computador esvaziando.

* * *

Outros pequenos desapontamentos:

* o copinho de café cair da máquina sem colherinha;
* o sujeito à sua frente na fila de 20 volumes ter *realmente* 20 volumes no carrinho (quando pareciam 42);
* errar a senha no caixa eletrônico e descobrir que não tem botão corrige.

* * *

Ainda estamos trabalhando em outras pequenas alegrias e outros pequenos poderes.

* * *

Todo meu amor para quem chegou a este blog procurando "datisfeita yolanda" no google.

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Os dias na praia

No fim do ano passado, nos dias na praia, a gente assistia à novela das nove (anteriormente conhecida como novela das oito) todo dia.

E assistimos até a "Crepúsculo" no Cinema Especial, porque só pegava a Globo.

E foi uma ocasião muito feliz, porque de que outra forma poderíamos assistir a "Crepúsculo"?

Ver novela também foi prodigioso. Porque no dia seguinte eu me sentia por dentro de um assunto que mais da metade da população domina. É uma espécie de comunhão.

Quando a gente pode escolher entre 150 canais, isso obviamente não acontece.

Livre-arbítrio é que nem iPhone.

Só porque você tem não significa que você saiba usar.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

Bombril

(Not so) secretly feeling like shit.

* * *

Sabe, eu acho que as pessoas já podiam parar de publicar esses livros começados com "1001".

"1001 Filmes Para Ver Antes de Morrer"

"1001 Lugares Para Conhecer Antes de Morrer"

"1001 Discos Para Ouvir Antes de Morrer"

"1001 Livros Para Ler Antes de Morrer"

"1001 Vinhos Para Beber Antes de Morrer"

"1001 Maravilhas Naturais Para Ver Antes de Morrer"

"1001 Comidas Para Provar Antes de Morrer" (cuja capa é uma lagosta CLARAMENTE tentando escapar da panela, que tipo de gente faz isso?)

Se for para ficar só nestes, eu já tenho SETE MIL E SETE porras de compromissos. Ou seja, já lotou.

E, para dizer a verdade, no fundo esse tipo de livro estimula outra atividade: 1 milhão e oitocentos mil downloads para fazer (sendo que você não vai usufruir de metade).

Joga lá no Google p'cê ver.

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Not for me

"I've found more clouds of grey
Than any Russian play could guarantee"
-- George and Ira Gershwin, But Not for Me

Tem coisas que eu acho bonitas só nos outros.

Como roupas cor de rosa, bijuterias douradas e imponência.

Eu jamais teria uma casa com um portão de 3 metros de altura. Nem um brinco folheado a ouro.

Mas, estranhamente, eu tenho um casaquinho pink.

E não sei explicar.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Matinal

Meus pais me mandam SMSs estranhos antes das 10 da manhã.

Minha mãe:

09:06
Oi
Esqueci de dar a grana do ímã.
Beijos

Meu pai:

09:22
Sabia que o melhor nhoque de Sampa é do Aguzzo e é seu vizinho?


Eles não sabem que ontem eu fui dormir às 3 da manhã, ainda meio bêbada, depois da festa da firma.

Mas, se soubessem, acho que mandariam estes SMSs mesmo assim.


quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

Physical

Eu sei que as mulheres da academia me olham com uma cara estranha.

Provavelmente porque elas pensam que eu sou anoréxica.

Mas tudo bem. Eu também olho para elas com cara de espanto.

Para mim, nenhuma precisava emagrecer.

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Talvez pudéssemos

Às vezes eu acho que minha vida seria bem mais fácil se, dentro da canequinha de água que fica na minha mesa do trabalho, tivesse pinga.

* * *

Toda vez que vou escrever "prórpio" sai "prórpio".

Olhaí. Aconteceu de novo.

* * *

Conversando com Vlad, concluímos que "pau na sua bunda" é um xingamento que soa mais grosseiro do que "pau no seu cu", embora "cu", separadamente, seja mais pesado que "bunda".

Estranho, né?

* * *

Botaram TV digital lá em casa.

As primeiras coisas que assisti depois disso foram "Melhor É Impossível" e "O Silêncio dos Inocentes".

Se não foi auspiciosa, essa instalação.

* * *

- Come on in and try not to ruin everything by being yourself.
- Maybe we could live without the wisecracks.
- ... maybe we could.



* * *

O Rio de Janeiro continua sendo: